A lesão renal aguda divide-se em fase inicial, fase de manutenção e fase de recuperação, de acordo com a evolução da doença, e as manifestações clínicas de cada fase são diferentes. Por exemplo, na fase inicial da lesão renal aguda, não há manifestações renais típicas; na fase de manutenção, há sobretudo oligúria e manifestações sistémicas; na fase de recuperação, há sobretudo poliúria. Na fase inicial, não há normalmente um desempenho especial; na fase de manutenção, o principal desempenho é a redução do débito urinário e dos sintomas sistémicos, sintomas gastrointestinais como náuseas, vómitos, distensão abdominal, etc., e, em casos graves, hemorragia gastrointestinal, sintomas respiratórios como dispneia, sintomas neurológicos como perturbação da consciência, agitação, delírio, etc.; na fase de recuperação, manifesta-se principalmente por um aumento do débito urinário, que pode atingir 3 000~5 000 ml por dia, ou mesmo mais. Nem todas as lesões renais agudas têm manifestações típicas das três fases acima referidas. Alguns doentes podem não apresentar oligúria e, dependendo do grau de declínio da função renal, podem não apresentar sintomas sistémicos típicos. Por conseguinte, não é possível avaliar se se trata de uma lesão renal aguda apenas com base nos sintomas acima referidos, sendo necessário confirmar o diagnóstico com a função renal e outros testes relacionados. Recomenda-se aos doentes com lesão renal aguda que se dirijam aos hospitais regulares para uma consulta atempada, completem o exame para identificar a causa da doença e, em seguida, efectuem um tratamento ou terapia específicos sob a orientação dos médicos.