Tratamento regular da psoríase em termos de patogénese

  A psoríase vulgar é uma doença de pele inflamatória crónica, incurável e comum que causa grande sofrimento físico e psicológico aos doentes. As principais manifestações clínicas são eritema, pápulas ou manchas de pele cobertas com escamas brancas prateadas e vários graus de prurido. A psoríase afecta pessoas em todo o mundo e pode ocorrer em diferentes grupos étnicos, géneros e idades. Na China, a sua incidência aumentou significativamente nos últimos anos, de 0,12 por 1.000, em 1984, para 0,72 por 1.000, nos últimos anos. Devido ao longo curso da doença, é persistente, fácil de repetir e afecta a estética, trazendo grandes danos para a saúde física e mental dos pacientes, e é chamado pelo departamento de dermatologia de “cancro morto-vivo”. A Organização Mundial de Saúde listou a psoríase como uma das dez doenças mais persistentes no mundo.  Considera-se actualmente que a psoríase é caracterizada por hiperqueratose epidérmica, angiodisplasia e reacções inflamatórias, sendo uma doença cutânea crónica teimosa e intratável com envolvimento multifactorial, alterações multi-genéticas e desenvolvimento em várias fases. A sua patogénese é ainda pouco clara e pode envolver vários factores tais como genética, imunidade, inflamação, proliferação celular e apoptose, neuromediadores, barreira cutânea, ambiente e dieta. Acredita-se actualmente que a susceptibilidade genética é o principal factor na patogénese da doença, enquanto que a disfunção da barreira cutânea adquirida desempenha um papel desencadeador ou agravante na patogénese da psoríase. O estudo da patogénese da psoríase tem sido o foco da investigação dermatológica. De um ponto de vista clínico epidemiológico, existem padrões específicos inerentes ao aparecimento, progressão, remissão e regressão da psoríase, sendo a constituição alogénica o factor-chave do seu desenvolvimento, mas também influenciada por estímulos ambientais, emocionais, doenças, medicação, dieta e estímulos externos. Devido à falta de consciência da doença na maioria dos pacientes, o tratamento excessivo com medicamentos e outros meios é uma causa importante de recorrência e agravamento da doença. A função de barreira cutânea é danificada, a função de auto-cura do corpo é grandemente inibida e a recuperação da função de barreira epidérmica torna-se anormalmente lenta e ainda mais deteriorada. Com base no acima exposto, apresentamos o ponto de vista da teoria do tratamento da psoríase, utilizando ervas naturais chinesas, utilizando o método de fortalecimento do baço, nutrindo o sangue, hidratando a pele, tratando a psoríase num tratamento a longo prazo, regular, combinado interno e externo, regressando à natureza, dando à pele espaço e tempo para se reparar, e promovendo a recuperação da função da barreira cutânea.