A perda total de dentes pode ser implantada em prótese, mas também considerar as condições económicas do paciente, condições físicas, não há nenhuma doença subjacente, como hipertensão, diabetes, se fumar, etc. Por exemplo, nos doentes diabéticos, o açúcar no sangue tem um impacto na osteointegração e na cicatrização de feridas, e não deixar de fumar também afecta a osteointegração, pelo que, depois de excluir as contra-indicações, o exame de TCFC deve ser reconsiderado. Além disso, é necessário combinar o estado do osso, a largura e a altura do osso, para avaliar a possibilidade de efetuar um implante ósseo. O doente deve ser informado dos riscos da implantação e deve ser obtido um consentimento informado antes de se efetuar o tratamento. Os implantes não são permanentes e têm de ser mantidos pelo médico e pelo doente. Um implante de boca inteira, por exemplo, seis implantes por baixo, estabelece um implante de boca inteira semelhante com fixação por parafuso, que restaura os defeitos dos tecidos moles e duros, permitindo ao doente manter a estética e a funcionalidade em termos de fala e mastigação.