A amoreira tem o efeito de nutrir o yin e tonificar o sangue (nutrir o sangue no corpo), gerando fluidos e humedecendo a secura, e a sua imersão em vinho tem um efeito semelhante, mas não pode substituir a medicação no tratamento de doenças. A amoreira é doce, azeda e fria por natureza, e é normalmente utilizada no tratamento da deficiência de Yin do fígado e dos rins (deficiência de Yin no fígado e nos rins) que resulta em tonturas e zumbidos, palpitações (batimentos cardíacos rápidos, muitas vezes acompanhados de ataques de pânico), insónias, branqueamento prematuro da barba e do cabelo, sede devido à perda de fluidos, sede devido ao calor interno (febre acompanhada de sintomas como comer em excesso, beber em excesso e urinar em excesso) (diabetes mellitus) e obstipação devido à secura dos intestinos e dos intestinos. A amoreira deve ser utilizada com precaução nas pessoas com fezes moles. O vinho de amoreira não só permite que o vinho traga a eficácia da amoreira para todo o corpo, mas também contrabalança a frieza da amoreira com o calor do vinho, que é benéfico para o corpo, e pode ser tomado em quantidades. Os efeitos adversos do vinho de amoreira não são claros e devem ser utilizados sob a orientação de um médico. Os doentes alcoólicos do fígado são proibidos; as mulheres grávidas são contra-indicadas; as pessoas com insuficiência hepática e renal devem ser cautelosas. O vinho de amoreira pode ter um efeito medicinal limitado, não pode substituir a medicação para tratar a doença. Após o desconforto deve ser oportuna consultar um médico, sob a orientação do médico para escolher o tratamento medicamentoso, não a auto-medicação.