Os doentes com espondilose cervical têm frequentemente um historial de trabalho físico pesado ou de longas horas de trabalho ambulatório, agravado pelo esforço e aliviado pelo repouso, e são frequentemente acompanhados por sintomas como desconforto na parte de trás do pescoço, dores nos ombros e tonturas. Para além do acima referido, os doentes podem também apresentar músculos assimétricos em ambos os membros superiores e atrofia do músculo masseter. A electromiografia pode sugerir lesões neurogénicas e a ressonância magnética da coluna cervical sugere estenose foraminal. A doença cerebrovascular divide-se em enfarte cerebral agudo e hemorragia cerebral, com história prévia de hipertensão arterial, diabetes mellitus e hiperlipidemia. Os doentes com início agudo da doença apresentam frequentemente tonturas, cefaleias, perturbações sensoriais, distorção dos olhos e da boca, dificuldade em engolir e rouquidão, para além de fraqueza nos membros. A doença cerebrovascular é uma emergência neurológica, pelo que deve ligar para o número 120 e procurar assistência médica quando os sintomas acima referidos ocorrerem.