A uremia, também conhecida como doença renal crónica terminal, é uma parte importante do tratamento quando se trata de doença renal crónica fase I e II. A restrição proteica pode reduzir a produção de resíduos metabólicos, aliviar os sintomas e as complicações correspondentes, e até retardar a progressão da doença. O principal nutriente é a proteína de alta qualidade, que se refere principalmente ao leite, carne magra, peixe e ovos, e precisa de ser adequadamente restringida, com base no peso corporal. O fósforo sanguíneo tende a ser elevado nas fases finais da uremia, e a ingestão de alimentos contendo fósforo, tais como frutos secos e nozes, bem como condimentos, aditivos e fast food, que contêm mais fósforo e não são facilmente excretados do corpo, precisa de ser restringida. Fósforo elevado tende a conduzir a baixo teor de cálcio no sangue, o que tende a conduzir a osteoporose e fracturas patológicas.