A Legionella pertence ao género de bastonetes Gram-negativos e foram identificadas mais de 30 espécies de Legionella, das quais a Legionella pneumophila é a mais patogénica. Um tipo de infecção pode causar dois tipos de Legionella: um é febril e tem sintomas semelhantes aos de uma constipação, como nariz entupido, corrimento nasal e tosse ligeira, e é auto-limitado, daí o nome febre de Pontiac. O outro tipo causa a pneumonia por Legionella, que pode causar sintomas graves como mal-estar geral, dores musculares, tosse seca e febre, e pode agravar-se progressivamente à medida que a doença progride, com sintomas como arrepios, febre alta, dores no peito e um pulso relativamente lento. Podem ser ouvidos estertores húmidos na auscultação dos pulmões e podem ser observadas sombras pulmonares sólidas nas radiografias torácicas e na TAC pulmonar. Se não for tratada prontamente, pode causar anomalias gastrointestinais, como náuseas, vómitos, dores abdominais e diarreia, provocar alterações da função hepática e, em casos graves, choque, dificuldade respiratória ou mesmo coma, com uma elevada taxa de mortalidade. Por conseguinte, as infecções por Legionella devem ser tratadas prontamente, sendo geralmente preferível o tratamento com eritromicina, que pode ser curada em cerca de três semanas.