O que fazer em relação à doença de Alzheimer com violência

A doença de Alzheimer com comportamento violento pode ser objeto de psicoterapia, medicação antipsicótica, contenção reforçada e supervisão para melhorar a situação. 1. psicoterapia: quando a demência se desenvolve, pode dirigir-se à clínica psicológica para melhorar os seus sintomas através de orientação psicológica, incluindo terapia cognitiva comportamental e terapia de dessensibilização sistemática. 2. medicação antipsicótica: a demência com comportamento violento pode ser tratada com medicação antipsicótica, como a olanzapina, a quetiapina, a risperidona, etc., sob a orientação de um médico. 3) Reforçar a contenção e a supervisão: por exemplo, na área de atividade do doente, proibir a colocação de utensílios que possam causar ferimentos, como facas, paus, água a ferver, aparelhos eléctricos, etc., que sejam fáceis de escorregar e cair no local onde se instalam corrimões ou pegas. Os familiares devem também cuidar bem do doente e não o estimular com palavras. Quando o doente tem uma propensão grave para a violência, o leque de actividades do doente pode ser controlado até certo ponto, sob a orientação do médico, para evitar que ele magoe os outros ou se magoe a si próprio. Recomenda-se que o doente de Alzheimer com comportamento violento procure tratamento médico atempado, sob a orientação de especialistas, para escolher as opções de tratamento.