Cuidado com a depressão invernal

  À medida que o Outono se transforma em Inverno e o tempo arrefece, a temperatura cai e as pessoas continuam a ser menos activas no exterior. A incidência da depressão diurna, também conhecida como “depressão de inverno”, está a aumentar gradualmente. De um ponto de vista fisiológico, a patogénese da depressão invernal pode estar relacionada com a diminuição contínua da exposição à luz solar e das actividades ao ar livre. As causas exactas ainda não estão bem compreendidas e a investigação está a ser conduzida.  Na miríade de taxonomias de doenças, a depressão não tem sido categorizada de forma muito clara até certo ponto. Algumas das classificações existentes são frequentemente apenas uma questão de opinião e representam uma certa tendência académica. Na prática clínica, contudo, vemos frequentemente uma semelhança impressionante no número de pessoas que sofrem de certas depressões num determinado momento, tanto em termos de números como em termos de sintomas. Por exemplo, a chamada “depressão de inverno” é um tipo de depressão que continua a aumentar na incidência durante os meses de inverno e primavera.  Os sintomas da depressão não são muito diferentes dos sintomas da depressão em geral, mas são: 1. Uma diminuição significativa da auto-estima; 6. um sentimento de que tudo na vida não tem sentido e que a própria vida não tem sentido. Em tal estado de “declínio”, “diminuição”, “ausência” ou “perda”, o paciente desenvolve frequentemente uma grave e profunda sensação de perda. Quando persiste durante muito tempo e a pessoa é incapaz de a regular por si própria, o diagnóstico de “depressão” pode ser feito.  A crescente conveniência da vida moderna torna possível a algumas pessoas satisfazerem as suas necessidades diárias sem terem de sair de casa. O início do Inverno fez com que algumas pessoas, que já estão relutantes em socializar, preferissem ficar em casa e viver uma vida fechada “auto-suficiente”. O estilo de vida é também extremamente irregular, com algumas pessoas a ficarem na cama, a verem televisão ou a dormirem durante a noite assim que chegam a casa.  O clima já é desconfortável, e com menos contacto com a sociedade, há menos oportunidades de interagir com as pessoas. Não existe uma saída adequada para a infelicidade e não há ajuda atempada para a depressão. Algumas pessoas sabem que estão gravemente deprimidas, mas relutam em ir a tempo aos serviços psicológicos relevantes devido a preocupações ou preocupações. É apenas quando os sintomas se tornam mais graves que procuram ajuda médica, atrasando o tratamento da doença.  Então, o que podemos fazer na nossa vida quotidiana para prevenir esta doença mental? A primeira coisa que deve fazer é desenvolver bons hábitos e assegurar-se de que dorme o suficiente, não demasiado mas não muito pouco. No Outono e no Inverno, quando o clima é seco, deve comer mais fruta e vegetais e comer mais alimentos quentes e refrescantes.  Faça alguns exercícios simples tais como jogging e aeróbica para impulsionar o seu metabolismo e manter o seu corpo em boa forma. É também uma boa ideia reservar um tempo para ouvir música e ver um DVD. Naturalmente, é ideal dar um passeio ou ir às compras com alguns amigos para relaxar e descontrair.  Em suma, as pessoas que estão habituadas a ficar em casa no frio congelante devem sair mais ao sol quente do Inverno, fazer mais actividades e comunicar com as pessoas com mais frequência. O “blues de inverno” vai deixá-lo em paz!