É possível engravidar após a quimioterapia, mas é necessário um controlo regular para evitar a recidiva do tumor, e a recidiva deve ser tratada em estrita conformidade com as indicações médicas. Durante o período de quimioterapia, não é recomendável engravidar devido aos efeitos secundários dos medicamentos de quimioterapia, que podem causar efeitos teratogénicos no feto. Entretanto, a gravidez também não é recomendada após a quimioterapia, uma vez que os medicamentos de quimioterapia ainda permanecem no organismo durante um certo período de tempo. As doentes com cancro da mama podem engravidar depois de interromperem a quimioterapia durante mais de meio ano, mas devido à flutuação dos níveis hormonais no organismo durante a gravidez, é fácil ocorrer uma recidiva do tumor, pelo que se recomenda a realização de exames regulares e o cumprimento das instruções do médico para se prepararem para a gravidez, bem como a cooperação ativa com o médico para receber tratamento de acompanhamento se houver uma recidiva do tumor.