A gota quase um mês e a dor ainda vaga, pode não seguir as instruções do médico para tomar a medicação, a fraca eficácia do medicamento ou não evitar alimentos causados pelo atraso da doença, mas no processo de redução do tratamento do ácido úrico também pode ocorrer no segundo ataque de gota, e pode haver gota na fase crónica. Durante um ataque agudo de gota, se o doente não seguir as instruções do médico para tomar a quantidade total de anti-inflamatórios não esteróides oportunos (como o ibuprofeno, celecoxib) e colchicina e outros analgésicos anti-inflamatórios, resultando em dor persistente. O facto de não se evitar rigorosamente a ingestão de miudezas de animais, marisco e outros alimentos com elevado teor de purinas, bem como o consumo de álcool, leva a flutuações nos níveis de ácido úrico no organismo do doente e a uma duração prolongada da inflamação. Depois de controlados os sintomas agudos da gota, continua a ser necessário controlar ativamente os níveis de ácido úrico através de medicação oral e controlo dietético durante um longo período de tempo. A redução do ácido úrico em remissão leva à redistribuição dos cristais de ácido úrico no organismo devido às flutuações do ácido úrico e ao reaparecimento da dor nas articulações. Se a gota não for bem gerida, pode progredir para a fase crónica da gota, com uma duração prolongada dos sintomas articulares, o que é sobretudo indicativo da gravidade do estado do doente. Recomenda-se que os doentes com gota que continuem a ter dores vagas durante quase um mês se dirijam ao departamento de reumatologia e imunologia de um hospital regular para uma consulta pormenorizada e tratamento conforme prescrito pelo médico.