Existe a possibilidade de um crescimento compensatório das amígdalas após a remoção da adenoide, mas as especificidades variam de pessoa para pessoa. As adenóides e as amígdalas são ambas compostas por tecido linfoide e pertencem ao sistema de circulação linfática da faringe, que se podem influenciar e estimular mutuamente, pelo que a adenoidectomia pode causar um crescimento compensatório das amígdalas em alguns doentes. Há também um pequeno número de doentes que, após a cirurgia, apresentam amígdalas linguais aumentadas ou hiperplasia folicular linfoide na área da raiz da língua e na parede posterior da faringe, apesar de não haver um aumento óbvio das amígdalas. É necessária uma avaliação completa das amígdalas antes da adenoidectomia. A adenoidectomia é frequentemente realizada em conjunto com a amigdalectomia, mas se não houver uma indicação clara para a cirurgia das amígdalas, as adenóides podem ser removidas isoladamente. Devido à variabilidade individual, é aconselhável consultar o departamento de otorrinolaringologia de um hospital regular e escolher o plano de tratamento adequado de acordo com o conselho do médico.