O aborto espontâneo do próprio doente deve ser escolhido de acordo com a condição específica do próprio doente. O aborto espontâneo é dividido em abortos incompletos e completos, dependendo dos sintomas de aborto. Se o paciente tiver um aborto completo por ultra-sons, isto é, os sintomas de aborto desapareceram, não há corpos estranhos ou coágulos sanguíneos na cavidade uterina, e não há sinais de infecção, então o procedimento não precisa de ser realizado. Contudo, se houver placenta residual ou membranas na cavidade uterina, especialmente se a paciente tiver hemorragia vaginal, o aborto está incompleto. Neste caso, o paciente precisa de ser tratado prontamente com uma curetagem e receber antibióticos para evitar infecções, a fim de evitar situações perigosas como hemorragia e choque hemorrágico, que podem ter um sério impacto na saúde do paciente. Se o aborto for combinado com uma infecção, um antibiótico de largo espectro deve ser administrado oralmente durante 2-3 dias em casos ligeiros, ou por via intravenosa em casos graves, e depois o procedimento deve ser realizado após a infecção ter sido controlada. Se um aborto espontâneo ocorrer, as mulheres não devem tratar do assunto sozinhas, mas devem procurar aconselhamento médico o mais cedo possível para confirmar o seu estado e evitar consequências adversas.