A toma de olanzapina não é geralmente recomendada durante a gravidez, e os medicamentos específicos são prescritos pelo seu médico. A olanzapina é adequada para o tratamento da esquizofrenia, se o tratamento inicial for eficaz, pode ser utilizada para o tratamento de manutenção subsequente e pode obter melhores resultados clínicos, além de que o medicamento também pode ser utilizado para o tratamento de episódios maníacos moderados a graves e, no pressuposto de um tratamento eficaz, para a prevenção da recaída da perturbação bipolar. O mecanismo de ação exato é atualmente desconhecido. A olanzapina deve ser contra-indicada em doentes com um risco conhecido de glaucoma de ângulo estreito e em doentes alérgicos ao produto. No caso de doentes que já estejam grávidas ou que planeiem engravidar durante o tratamento com este medicamento, o medicamento só deve ser utilizado se o possível benefício for superior ao risco potencial para o feto, pelo que a gravidez não é geralmente recomendada durante o tratamento com este medicamento. As reacções adversas comuns à olanzapina incluem incapacidade de ficar quieto, aumento do apetite, sonolência, tonturas e aumento de peso. A utilização específica do medicamento deve ser efectuada sob a orientação de um especialista.