A intubação de colecistectomia é um dreno abdominal colocado para facilitar a observação clínica da ocorrência de hemorragia, infeção e fístula colecística, a fim de facilitar a administração atempada do tratamento clínico. Na prática clínica, a necessidade de tubos de drenagem no pós-operatório é geralmente determinada pela condição física do doente e pelo procedimento cirúrgico. Por exemplo, a maioria das cirurgias laparoscópicas tem menos danos no pós-operatório e não se considera que tenham complicações associadas com base na avaliação clínica, pelo que a colocação de tubos de drenagem não é necessária. No entanto, em alguns casos em que os danos intra-operatórios são grandes e se suspeita que possam ocorrer complicações, é necessário colocar um dreno. A cor e o volume do líquido no dreno podem ser utilizados para determinar se existem sintomas de ressangramento ou infeção no pós-operatório e a cor do dreno pode ser utilizada para determinar se existe ou não uma fístula biliar. Os tubos de drenagem podem ajudar os médicos a detetar alterações da doença numa fase precoce e a adotar o tratamento adequado para evitar lesões potencialmente fatais devido a uma doença retardada. Por conseguinte, em termos clínicos, devemos seguir as instruções do médico, não retirar o tubo por nós próprios e não efetuar outras operações perigosas.