Os doentes com enfisema associados a hipoxemia podem ser tratados com oxigenoterapia domiciliária, que é clinicamente defendida como sendo oxigénio contínuo de baixo fluxo, com a concentração de oxigénio controlada a 30% ou menos. O enfisema é frequentemente acompanhado por diferentes graus de comprometimento da função pulmonar. A oxigenoterapia domiciliária é recomendada quando os doentes com enfisema desenvolvem hipoxemia. Uma vez que o enfisema pode causar uma diminuição da função de ventilação, que pode facilmente levar à retenção de dióxido de carbono, e pode levar seriamente a uma insuficiência respiratória de tipo II, recomenda-se geralmente a administração de oxigénio de baixo fluxo, com o caudal de oxigénio mantido a 1-2L/min e a concentração de oxigénio da inalação a 30% ou menos. A oxigenoterapia domiciliária é recomendada para doentes com enfisema e a duração da ingestão de oxigénio pode ser mantida durante mais de 15 horas sob a orientação do médico, para que os doentes possam melhorar a sua qualidade de vida, conforto e reduzir as hipóteses de hospitalização através da ingestão contínua de oxigénio. Por conseguinte, os doentes podem ter o seu próprio concentrador de oxigénio em casa para facilitar a ingestão de oxigénio em qualquer altura. Se for feito o diagnóstico de enfisema, recomenda-se que se consulte um médico atempadamente e que se normalize o tratamento sob a orientação do médico para evitar atrasar a doença.