A possibilidade de tratar cirurgicamente o cancro da mama intraductal detectado há meio ano deve ser determinada em função da condição física da doente e da evolução da doença. Se a condição física do doente for boa e a doença ainda estiver na fase inicial ou intermédia, e não houver gânglios linfáticos ou metástases à distância, a lesão pode ser completamente removida por cirurgia, de modo a atingir o objetivo de curar a doença. Se a lesão já for grande, é necessária quimioterapia, como o paclitaxel e a epirrubicina, para reduzir a lesão antes da cirurgia. Se a condição física do doente for má nesta altura, se o estádio clínico for avançado e se a cirurgia já não for possível, o doente pode ser tratado com quimioterapia, radioterapia, terapia dirigida, terapia endócrina e outros meios. Recomenda-se que, uma vez diagnosticado, o doente seja tratado a tempo de evitar a propagação da doença.