A taxa de cura da troca de plasma para a doença renal ainda não é clinicamente exacta.
A troca de plasma (PE) é um método comummente utilizado para purificar o sangue. O processo de tratamento consiste em extrair o sangue total do paciente do corpo, separá-lo em plasma e componentes celulares, descartar o plasma e, em seguida, infundir o equilíbrio de fluidos de albumina plasmática fresca de volta ao corpo. É adequada para o tratamento de intoxicações agudas por medicamentos, anemia hemolítica autoimune, crise de miastenia gravis, crise da tiroide e doença renal.
No caso de efeitos fracos dos medicamentos, podem ser escolhidos métodos de substituição do plasma. A aplicação da substituição do plasma em certas doenças renais é mais definitiva e eficaz, como a uremia, o transplante renal, a vasculite associada a anticorpos anti-neutrófilos plasmáticos (ANCA), a crioglobulinemia, a glomerulonefrite segmentar focal, a nefrite lúpica, a nefrite púrpura e a nefropatia por IgA.
Os doentes que pretendem submeter-se a uma troca de plasma devem dirigir-se atempadamente ao hospital e ser tratados sob a orientação de médicos profissionais.