O teste de ácido nucleico refere-se ao teste de ácido nucleico do novo coronavírus. O teste de ácido nucleico anormal não determina necessariamente que se trata de uma nova infeção por coronavírus, e o teste precisa de ser repetido, e precisa de ser combinado com a história epidemiológica, sintomas clínicos e imagiologia para fazer um julgamento abrangente do diagnóstico. Normalmente, um teste de ácido nucleico positivo sugere infeção por neocoronavírus, mas devido à possibilidade de contaminação e erros experimentais em testes laboratoriais, um teste de ácido nucleico anormal pode resultar num resultado falso-positivo ou suspeito-positivo, pelo que um teste de ácido nucleico anormal pela primeira vez não determina a infeção por neocoronavírus. Recomenda-se que os testes de ácido nucleico repetidos sejam combinados com a história epidemiológica, os sintomas clínicos e os exames imagiológicos por um médico para fazer um julgamento abrangente. Um teste de ácido nucleico positivo é normalmente o principal critério para o diagnóstico de infeção por neocoronavírus, que também deve ser combinado com os antecedentes epidemiológicos, tais como antecedentes de exposição a doentes com pneumonia por neocoronavírus, antecedentes de viagens a comunidades onde foram notificados casos no prazo de 14 dias; sintomas clínicos, tais como febre, tosse e mal-estar; e estudos imagiológicos, tais como imagens em vidro fosco dos pulmões, para fazer um diagnóstico abrangente. Sugestão: A “pneumonia pelo novo coronavírus” mencionada neste artigo foi renomeada para “infeção pelo novo coronavírus” em 26 de dezembro de 2022, conforme anunciado pela Comissão Nacional de Saúde.