A gravidez ectópica com ambas as trompas de Falópio cortadas resulta na incapacidade de conceber naturalmente, sendo necessário recorrer a técnicas de reprodução assistida se se desejar engravidar.
A trompa de Falópio estende-se desde o canto do útero até aos ovários de ambos os lados e é o local onde o espermatozoide e o óvulo se unem, podendo enviar o óvulo fertilizado para o útero através da oscilação dos cílios e entrar na cavidade uterina para se deitar. A remoção de ambas as trompas de Falópio resulta em infertilidade, uma vez que o espermatozoide e o óvulo não se podem combinar naturalmente, e a fertilidade só pode ser conseguida através de métodos como a FIV.
As pacientes a quem foram retiradas as duas trompas de Falópio devido a uma gravidez ectópica estão proibidas de ter relações sexuais durante um mês após a operação. Se tiver necessidade de engravidar, recomenda-se que se dirija a um hospital normal, faça os exames necessários e escolha a tecnologia de reprodução assistida adequada para a ajudar a engravidar, sob a orientação do seu médico.