A leucemia mieloide aguda m2 é de baixo risco e ainda relativamente tratável em comparação com a de alto risco, com taxas de cura de 70% a 80% obtidas apenas com quimioterapia. O tratamento da leucemia mieloide aguda parcialmente diferenciada (LMA-M2) é determinado por uma combinação de morfologia das células da medula óssea, anomalias cromossómicas ou mutações genéticas, imunofenotipagem e auto-estado. Os doentes de baixo risco geralmente não necessitam de transplante de medula óssea e são tratados com 6 a 8 ciclos de quimioterapia, seguidos de acompanhamento em ambulatório, repetição regular de biopsias da medula óssea e aperfeiçoamento de outras investigações para avaliar o estado de remissão e monitorização dinâmica da doença residual microscópica (DRM). Os medicamentos incluem a citarabina e o desmethoxazol. A leucemia mieloide aguda m2 é de baixo risco e tem um prognóstico relativamente bom, mas ainda existe o risco de recidiva. O diagnóstico e a intervenção precoces devem ser efectuados e o tratamento normalizado deve ser recebido sob a orientação de um médico, com revisões regulares para monitorizar os indicadores relevantes, tendo em vista a sobrevivência a longo prazo.