A vitamina E pode ser utilizada como tratamento adjuvante para a doença hepática, mas é difícil reverter a causa raiz da doença, sendo ainda necessários outros tratamentos específicos de acordo com a causa da doença, conforme prescrito pelo médico. A vitamina E tem uma função antioxidante, que pode inibir o envelhecimento das células do fígado até certo ponto, retardando assim a progressão da doença hepática, pelo que pode ser utilizada como tratamento adjuvante para essas doenças. É especialmente adequado para pessoas com doença hepática gorda não alcoólica, que pode melhorar a esteatose hepática e os danos inflamatórios. No entanto, é importante notar que a vitamina E, por si só, não é uma cura completa para a doença hepática, sendo necessários outros tratamentos, dependendo da causa da doença, tais como medicação antiviral (entecavir, viplatasvir, etc.) em casos de hepatite viral, controlo de peso para melhorar o metabolismo em casos de esteato-hepatite não alcoólica e interrupção imediata de medicamentos que causam danos no fígado em casos de hepatite induzida por medicamentos. As contra-indicações da vitamina E não são claras, existe a possibilidade de náuseas, tonturas e outras reacções adversas durante a utilização do medicamento e a segurança da utilização de doses elevadas a longo prazo continua por considerar. Por conseguinte, os doentes com doença hepática que necessitem de utilizar este medicamento devem estar sob a orientação de um médico, não utilizar cegamente ou aumentar ou diminuir a dose, de modo a não causar consequências adversas.