A medicina de intervenção não é propriamente um departamento, mas sim uma técnica ou um meio para atingir um fim. Por exemplo, quando os tumores malignos do tracto biliar são inoperáveis, pode recorrer-se à colocação de um stent endoscópico, que é também uma forma de tratamento interventivo. Por exemplo, quando os tumores malignos do tracto biliar são inoperáveis, pode ser utilizada a implantação endoscópica de stent, que é também uma forma de intervenção. No caso do cancro do fígado, a embolização de intervenção ou a implantação de partículas pode ser feita através da canulação da artéria femoral, que é também uma forma de intervenção. A colocação de stent através da canulação arterial para dilatar o vaso e evitar a ruptura do aneurisma é também uma intervenção. No enfarte agudo do miocárdio, a terapêutica trombolítica ou a dilatação com balão também são consideradas intervenções. Assim, a intervenção é apenas um método ou um meio de tratamento e não é propriamente um serviço.