Com que frequência é feito o rastreio cervical?

Actualmente, as normas variam de país para país. Se não houver problema com o duplo rastreio combinado TCT e HPV, pode ser feito uma vez de três em três anos, e em alguns países europeus, mesmo até cinco anos para o rastreio cervical TCT e HPV, que pode ser recomendado uma vez de três em três anos no nosso país. Contudo, devido às diferenças de geografia, cidade e nível de cuidados médicos, é aconselhável fazer a despistagem uma vez por ano se tiver as condições, porque a citologia em meio líquido requer a leitura do filme por um citologista, e podem ocorrer problemas em cada hospital devido a restrições técnicas. Se parecer que existe um problema, serão feitos mais testes, geralmente colposcopia, e sob a orientação da colposcopia, pode ser feita uma biopsia cervical para clarificar o diagnóstico. Se não forem ainda encontradas lesões anormais após a biopsia cervical, pede-se também que uma proporção de doentes com infecção por HPV ainda seja revista em cerca de um ano para testes apropriados, e se ainda houver problemas com a citologia, o período de revisão poderá ter de ser encurtado novamente.