O princípio das convulsões é complexo. Trata-se simplesmente de uma descarga anormal de neurónios no cérebro, que se manifesta no EEG como ondas anormais, que podem ocorrer durante as convulsões ou durante as não convulsões. Como na maioria dos casos o EEG é feito num estado normal, é difícil identificar a causa e o “foco epiléptico” do paciente, e é necessário repetir o teste várias vezes ou mesmo induzir a epilepsia antes de se poder fazer um diagnóstico. Com o rápido desenvolvimento da tecnologia electrónica, a tecnologia de diagnóstico EEG foi muito melhorada e é um dos testes clínicos mais importantes para confirmar o diagnóstico de epilepsia, pelo que os pacientes com epilepsia não devem ignorar o EEG. Tem as seguintes vantagens: 1. ajuda no diagnóstico e digitação: é mais fácil diagnosticar pacientes com sintomas típicos fazendo EEG, enquanto que para pacientes com sintomas atípicos, requer monitorização múltipla ou 24 horas de vídeo EEG para confirmar o diagnóstico. Ao mesmo tempo, um EEG pode excluir as perturbações convulsivas que são comuns na infância, tais como síncope, enxaqueca infantil e outras perturbações semelhantes a convulsões. 2. orientação sobre medicação e avaliação da eficácia: Quando o paciente não tiver tido uma convulsão após 2-3 anos de medicação regular, pode ser considerada uma redução da medicação, mas o EEG deve ser revisto várias vezes antes de se iniciar uma redução gradual na dosagem. A chave para o tratamento cirúrgico é utilizar EEG avançado para localizar o foco pré-epiléptico. Em geral, recomenda-se a monitorização de EEG vídeo 24 horas para a primeira visita. A monitorização de EEG a longo prazo pode melhorar a taxa positiva, excluir outras perturbações convulsivas e é muito útil para o diagnóstico e diagnóstico diferencial. O EEG é repetido aos 3 meses de tratamento e, numa fase posterior, recomenda-se que o EEG seja repetido de 6 em 6 meses.