Na maioria dos casos, a ingestão de ostras e vieiras na fase inicial da cirrose não agrava o estado da cirrose, pelo que não é considerada uma contraindicação alimentar rigorosa para os doentes com cirrose, desde que os doentes não apresentem sintomas desconfortáveis após a ingestão, podendo ser consumidos normalmente. No entanto, deve notar-se que, se a fase inicial da cirrose for causada por hepatomegalia (os alimentos ricos em cobre devem ser evitados), sintomas de amoníaco sanguíneo elevado (a ingestão de proteínas deve ser restringida) ou alergia a marisco, não é recomendado o consumo de ostras e vieiras, de modo a não agravar os sintomas ou causar outros desconfortos. Além disso, deve notar-se que o efeito das ostras e vieiras em diferentes doentes é também afetado por uma variedade de factores, tais como a constituição individual, a quantidade de consumo, outras combinações dietéticas, etc., e a situação específica pode ter diferenças individuais. Em suma, os doentes com cirrose precoce devem ser orientados por médicos, de acordo com a situação real do indivíduo para decidir se devem comer ostras e vieiras, não fazer ajustes cegos na dieta, a fim de evitar uma intervenção incorrecta, resultando em consequências adversas.