Tendo em conta os estudos clínicos e os relatórios actuais, não foram encontradas provas de efeitos adversos no desenvolvimento fetal em mulheres grávidas com CKP.
1) As mulheres grávidas têm um sistema imunitário suprimido durante a gravidez e são mais susceptíveis a infecções virais do que a população em geral, pelo que necessitam de reforçar a sua proteção. Os sintomas da infeção por CKP em mulheres grávidas não são significativamente diferentes dos da população em geral, e não há provas directas claras que sugiram que o vírus da CKP possa penetrar na placenta e causar a transmissão vertical da mãe para o feto.
2) O risco de doença grave nas mulheres grávidas é semelhante ao da população em geral. No entanto, devido às características especiais das mulheres grávidas, estas são classificadas como grupos de risco médio durante a epidemia, especialmente as que se encontram na fase final da gravidez, após o sétimo mês de gestação, e que podem ter um parto prematuro devido a factores externos, como o ambiente stressante da epidemia. É por isso que as mulheres durante a gravidez devem sempre observar as medidas de prevenção da epidemia.