A oxaliplatina é utilizada principalmente clinicamente para tumores gastrointestinais, tais como os cancros colorrectal e gástrico. Estudos demonstraram que a oxaliplatina é também eficaz em tumores não pequenos de células do pulmão, cancro da mama, e tumores da cabeça e do pescoço. É administrada como um gotejamento intravenoso de 130mg/m2 durante duas horas e é principalmente utilizada na prática clínica até 200mg, o que corresponde a quatro doses. É administrado no primeiro dia e repetido de 21 em 21 dias e é normalmente utilizado durante 6-8 ciclos. As principais reacções adversas da oxaliplatina são: 1, a neurotoxicidade, manifestada como apatia sensorial e sensação anormal, será agravada pelo frio; assim, na prática clínica, os pacientes devem ser instruídos a não lavar a boca com água fria, não lavar as mãos com água fria; 2, as reacções gastrointestinais, a incidência de náuseas e vómitos é relativamente elevada, no processo de utilização da droga deve ser combinada com a aplicação de medicamentos antieméticos; 3, a toxicidade hematológica, manifestada como supressão da medula óssea, na sua maioria ligeira a moderada; 4, outras Raramente existem reacções adversas, tais como transaminases elevadas.