Os efeitos secundários da azulfidina podem manifestar-se ao nível do sistema nervoso, da função hepática, da função renal, do trato gastrointestinal e do sistema hematológico.
1) Anomalias neurológicas: as tonturas são relativamente comuns e alguns indivíduos podem apresentar reacções adversas como dores de cabeça, sonolência e perturbações da memória.
2) Comprometimento da função hepática: elevação da alanina aminotransferase, gama-glutamiltransferase, aspartato aminotransferase e outros indicadores bioquímicos relacionados com a função hepática.
3) Insuficiência da função renal: pode verificar-se um aumento do ácido úrico e do sódio no sangue, uma diminuição do fósforo e do potássio no sangue, uma diminuição dos iões de cálcio, deteção de proteínas urinárias, proteinúria, noctúria e outras manifestações.
4) Anomalias gastrointestinais: náuseas, vómitos, diarreia, distensão abdominal, desconforto abdominal, dor abdominal, aumento da frequência da defecação, dispepsia e outras reacções adversas.
5) Anomalias hematológicas: efeitos secundários como diminuição da contagem de glóbulos brancos, diminuição da contagem de neutrófilos e diminuição da contagem de plaquetas.
A azulfidina tem mais efeitos secundários, pelo que deve ser utilizada sob a orientação de um profissional de saúde e, em caso de desconforto, deve ser atempadamente hospitalizada. É de salientar que a Azulfidina está contra-indicada em pessoas alérgicas à Azulfidina ou a qualquer outro componente da preparação.