O que faz com que o bebé fique em posição transversal

A posição transversal do bebé é, na verdade, uma posição fetal normal no meio da gravidez. No meio da gravidez, o volume de líquido amniótico é relativamente elevado e o feto é relativamente pequeno, pelo que o feto tem uma grande amplitude de movimento dentro da cavidade uterina, podendo mover-se livremente, e é possível que o feto adopte qualquer posição nesta altura, seja cefálica ou pélvica, ou pode ser que o processo de transferência da posição cefálica para a posição pélvica mostre que está numa posição transversal. Assim, a meio da gravidez, ou seja, quando a ecografia é feita nos vinte anos, muitas mulheres mostram que o feto está em posição transversal e que não há motivo para preocupação. Isto deve-se ao facto de a posição transversal ser apenas uma fase de transição, sendo que a grande maioria dos fetos passa para a posição longitudinal, ou seja, para a posição cefálica ou para a posição pélvica, mais tarde na gravidez. Naturalmente, a posição mais comum é a cefálica, porque a cabeça é a parte mais pesada do feto, pelo que, por gravidade, a maioria do feto tomará a posição da cabeça para baixo na bacia, pelo que a posição cefálica é a mais comum, e apenas alguns casos ainda estão em posição transversal na fase tardia da gestação, o que é frequentemente devido ao útero ter deformidades ou tumores fibróides uterinos, o que leva à obstrução da rotação do feto na posição fetal, ou existem factores como a placenta prévia, etc., que podem afetar o feto. A situação deve-se frequentemente a anomalias uterinas ou a miomas, que impedem a rotação do feto na sua posição, ou a placenta prévia.