A diferença entre a placenta prévia e o descolamento prematuro da placenta reside nos seus diferentes conceitos, sintomas e medicamentos.
1) Conceitos diferentes: Placenta prévia significa que, após as 28 semanas de gravidez, a placenta está posicionada abaixo da área pré-natal do feto, ligada à parte inferior do útero ou cobrindo a abertura endocervical. A placenta prévia refere-se ao descolamento parcial ou total da placenta, normalmente posicionada, da parede uterina após as 20 semanas de gravidez ou durante o parto, antes do nascimento do feto.
2) Sintomas: A placenta prévia pode manifestar-se como hemorragia vaginal repetida sem causa e indolor no final da gravidez ou após o parto. O descolamento da placenta, por outro lado, manifesta-se por dores abdominais, hemorragia vaginal, contracções persistentes, pressão uterina e outros sintomas.
3) Medicamentos diferentes: Para o tratamento da placenta prévia grave, os medicamentos habitualmente utilizados incluem sedativos como o diazepam, glucocorticóides como a dexametasona, bloqueadores de cálcio como a nifedipina e medicamentos como o sulfato de magnésio para inibir as contracções uterinas, etc., e, se necessário, são utilizadas cesarianas de emergência para interromper a gravidez.
No caso da placenta prévia, após o parto do feto, são administrados principalmente medicamentos para a contração uterina e os medicamentos mais utilizados são a histeronina, a preparação de prostaglandinas, a ergometrina, etc., para prevenir a hemorragia pós-parto. Para as doentes com choque, são também administrados oxigénio e transfusão de sangue para corrigir o choque e, se necessário, a gravidez é imediatamente interrompida.
As doentes com placenta prévia e placenta prévia devem consultar o médico atempadamente, realizar os exames pertinentes, esclarecer a causa da doença sob a orientação de médicos profissionais e tratar ativamente a doença.