Uma pessoa idosa que tenha sofrido uma queda e não consiga falar claramente pode ser mais grave. Normalmente, considera-se a hipótese de hemorragia cerebral, enfarte cerebral e outras doenças cerebrovasculares, danos no centro da fala, nos nervos cranianos, etc. É necessário que os doentes e as suas famílias prestem atenção e procurem um exame médico e tratamento atempado.
Os doentes podem seguir as instruções do médico para realizar análises laboratoriais, tais como rotina de sangue, rotina de urina, função de coagulação, eletrocardiograma, etc., para compreender o estado geral do doente. Exames imagiológicos como a TAC, a RMN, etc. Ajudam os médicos a compreender o estado físico do doente, a esclarecer a causa da doença e a efetuar um tratamento sintomático.
Quanto mais precoce for o tratamento, melhor será a recuperação do doente. Os doentes podem também submeter-se a uma terapia de reabilitação, como a terapia da fala, para promover a recuperação funcional. Recomenda-se que os doentes consultem o médico atempadamente e sob a orientação de um médico profissional para evitar consequências adversas.