A carência de potássio torna o ritmo cardíaco mais lento.
Na fase inicial da hipocaliémia, a diferença entre a concentração de potássio intra e extracelular aumenta e as células encontram-se num estado hiperpolarizado, o que faz com que a autorregulação celular diminua e se manifeste como bradicardia; por outro lado, a hipocaliémia também afecta o sistema de condução do coração, provocando um bloqueio atrioventricular e, em última análise, induzindo uma arritmia ventricular.
Para além do abrandamento do ritmo cardíaco, a hipocaliemia pode também provocar fraqueza, pânico, suores, tonturas, náuseas e distensão abdominal. A hipercaliemia deve ser diagnosticada e tratada de imediato. A hipercaliemia pode ser diagnosticada e tratada rapidamente. Os princípios da suplementação intravenosa de potássio incluem: suplementação de potássio na urina, concentração não superior a 0,3%, taxa não superior a 20 mmol/L e monitorização regular para evitar a hipercalemia.
O diagnóstico de hipercaliemia baseia-se principalmente em análises ao sangue. Se se sentir desconfortável ou encontrar resultados anormais nas análises, recomenda-se que se dirija ao hospital o mais rapidamente possível para evitar atrasar a doença.