Recomenda-se perfurar apenas o lóbulo da orelha e não a cartilagem da aurícula, pois os tecidos da cartilagem tendem a proliferar e a formar inchaços após a perfuração, que é frequentemente referida como quelóides na prática clínica. Muitos pacientes sofrem de vermelhidão, inchaço, pus e necrose das cartilagens após terem as orelhas perfuradas, o que não só causa dores insuportáveis, como também os deixa com uma deficiência nas orelhas, e em casos graves, forma-se uma pilha de carne à volta de toda a orelha, resultando numa orelha deformada e desfigurada para toda a vida, o que afecta grandemente a estética. A melhor altura para perfurar as orelhas é em Março ou Abril e Setembro ou Outubro.