As crianças que tomam antipsicóticos necessitam de exames corporais regulares

As crianças e os adolescentes encontram-se num período rápido e crítico de crescimento e desenvolvimento e são mais sensíveis a várias influências externas do que os adultos. A maior incidência de doenças mentais em crianças e adolescentes situa-se entre os 9 e os 15 anos de idade, o que coincide com este período crítico de desenvolvimento. A esquizofrenia infantil é uma doença mental grave que se desenvolve na adolescência e deve ser tratada prontamente, sendo a deteção e a intervenção precoces muito favoráveis para o prognóstico. O uso de medicação é o mais importante de todos os tratamentos. Isto é especialmente verdade na fase aguda da doença. Como diz o velho ditado, “todos os medicamentos são venenosos”, é necessário prestar atenção aos possíveis efeitos secundários durante a utilização de medicamentos e verificar regularmente a rotina sanguínea, a função hepática e renal, o sistema endócrino, o eletrocardiograma, etc. Na fase aguda, 1~2 vezes por mês, e na fase de recuperação, 1 vez por mês ou de 2 em 2 meses. Alguns pais ainda conseguem aderir ao tratamento no início, mas depois de algum tempo deixam de o fazer. Embora as probabilidades de efeitos secundários sejam muito reduzidas, especialmente nos últimos anos, o aparecimento de alguns novos medicamentos reduziu efetivamente o risco de medicação, mas uma maior atenção pode sempre evitar problemas desnecessários. A utilização científica, racional e correcta dos medicamentos é uma obrigação.