A mandíbula é o nome comum para o maxilar inferior. A dor linfonodal na mandíbula está geralmente associada a linfadenite, mas também podem estar presentes tumores e hiperplasia reactiva.
1) Linfadenite: Os gânglios linfáticos desta região estão ligados aos gânglios linfáticos da cavidade oral, da faringe, da região cervical anterior e do sistema respiratório. Se o doente tiver lesões infecciosas nos sistemas acima referidos, tais como gengivite, periodontite, amigdalite, faringolaringite, tiroidite, bronquite e pneumonia. Bactérias, vírus e outros microorganismos patogénicos podem invadir os gânglios linfáticos da mandíbula, provocando linfadenite e dor local.
2) Tumor: Se o doente tiver linfoma, metástases linfáticas, etc., os gânglios linfáticos podem estar aumentados e dolorosos.
3) Hiperplasia reactiva: é observada principalmente na linfadenopatia hiperplásica necrosante, na doença do soro e na reação semelhante à doença do soro, etc. Após o início da doença, o doente pode também ter dor nos gânglios linfáticos da mandíbula.
Recomenda-se que os doentes se dirijam à cirurgia hospitalar, através da anamnese, exame físico e ultrassom, rotina de sangue, patologia e outros exames auxiliares, para esclarecer a causa da lesão e, em seguida, tomar ativamente medicação ou tratamento cirúrgico.