A sepsis do bebé, ou seja, a sepsis pediátrica, geralmente não deixa sequelas após o tratamento no caso de sepsis ligeira, mas pode deixar sequelas após o tratamento se a situação for mais grave.
Se se tratar de um caso ligeiro de septicemia pediátrica, que não provoque complicações graves ou hipoxia cerebral grave no momento do ataque, normalmente não deixará sequelas após o tratamento.
Se a septicemia pediátrica for mais grave e se ocorrer uma hipoxia cerebral prolongada durante a evolução da doença, pode ocorrer uma deficiência cerebral permanente, mesmo após a cura da septicemia. Os doentes podem ficar com sequelas, tais como fraqueza num membro, problemas de inteligência, perturbações da fala e, em casos graves, podem mesmo ficar incapazes de cuidar de si próprios.
Em casos mais graves de sépsis, pode também ocorrer disfunção orgânica, trombose venosa profunda e lesão pulmonar aguda, sendo necessário esclarecer o diagnóstico específico após um exame mais aprofundado no hospital.
A septicemia pediátrica requer uma consulta atempada e um tratamento específico, tal como prescrito pelo médico, para reduzir a possibilidade de sequelas. Se a criança desenvolver anomalias após o tratamento, os pais devem levá-la ao hospital para uma avaliação profissional e um tratamento atempado, caso haja complicações.