Existem muitos gânglios linfáticos na cavidade abdominal do corpo humano. Se não houver sintomas clínicos nem anomalias nos exames, o simples aumento dos gânglios linfáticos não é necessariamente uma manifestação da doença e pode ser acompanhado e observado por ecografia regular. O aumento mais comum dos gânglios linfáticos abdominais é causado por enterite aguda ou linfadenite mesentérica. Em primeiro lugar, deve prestar atenção à dieta e higiene na vida quotidiana, evitar comer em excesso, comer alimentos picantes, gordurosos, crus e frios e outros alimentos estimulantes. Se ocorrer inflamação aguda, é necessário tomar medicamentos antibacterianos sensíveis para o tratamento, como a norfloxacina oral ou a levofloxacina. Quando os sintomas são óbvios, pode também ser utilizado um gotejamento intravenoso para o tratamento e, quando os sintomas de diarreia são mais graves, pode também ser aplicado montelucaste para parar a diarreia. Para os doentes com linfonodomegalia abdominal evidente e relação de aspeto superior a 1, se for considerado linfoma ou cancro metastático, devem ser efectuados exames complementares relevantes para clarificação, como gastroscopia, colonoscopia eletrónica e PET-CT. Para os doentes com linfoma, recomenda-se ainda a realização de uma biópsia por punção patológica para prosseguir a radioterapia, ao passo que para os doentes com metástases ou metástases linfonodais regionais, deve ser considerada em primeiro lugar a ressecção cirúrgica radical e a dissecção linfonodal regional para obter uma melhor sobrevivência a longo prazo.