A surdez severa sem audição residual pode não permitir a utilização de aparelhos auditivos. Se os aparelhos auditivos não forem eficazes, pode ser efectuada uma adaptação experimental, para depois se recomendar a utilização de implantes cocleares e outras tecnologias auditivas para melhorar a audição.
A perda auditiva é geralmente classificada como perda auditiva condutiva e perda auditiva neurossensorial. A surdez severa refere-se geralmente à perda auditiva neurossensorial com uma audição de 90 decibéis ou mais. Se a duração da doença for curta e se for considerada a possibilidade de surdez súbita, recomenda-se que se dirija ao hospital e que experimente primeiro medicamentos como hormonas e tratamentos neurotróficos.
Nos casos em que a medicação não é eficaz, podem ser experimentados e testados aparelhos auditivos. Uma vez que o princípio do aparelho auditivo é amplificar o som para que o doente o possa percecionar, se a audição residual do doente for fraca ou mesmo inexistente, mesmo que a amplificação do som seja mais elevada, não conseguirá percecionar o sinal sonoro. Apenas outras tecnologias auditivas, como os implantes cocleares, são recomendadas para melhorar a audição.