Qual é a taxa de cura do linfoma de grandes células B?

Com um curso completo de quimioterapia estandardizado, apenas 50-60% dos doentes acabam por atingir uma sobrevivência livre de doença a longo prazo.
O linfoma difuso de grandes células B é o tipo mais comum de linfoma não-Hodgkin, representando 35% a 40% dos casos. A edição de 2016 do estadiamento da OMS divide ainda mais o linfoma difuso de grandes células B em centro germinal versus tipo de célula activada com base na origem celular.
Após a quimioterapia à base de antraciclinas (adriamicina + vincristina + ciclofosfamida + dexametasona), consegue-se uma remissão em mais de 70% dos doentes, mas, em última análise, apenas 50% a 60% dos doentes atingem uma sobrevivência livre de doença a longo prazo.
Nos últimos anos, com a utilização de novos medicamentos, como os anticorpos monoclonais anti-CD20, ou a administração de quimioterapia intensa a doentes com mau prognóstico, o prognóstico destes doentes melhorou significativamente.
O diagnóstico e o tratamento de doenças específicas devem ser efectuados sob a supervisão de um médico.