As principais alterações patológicas são alterações degenerativas da cartilagem, incluindo inchaço, fragmentação e perda de cartilagem e, eventualmente, as partes correspondentes dos côndilos femorais também evoluem para osteoartrite da articulação patelofemoral. Medidas de prevenção e controlo da osteólise patelofemoral: 1. Antes de praticar exercício físico ou desporto, aquecer caminhando ou andando de bicicleta estacionária e, em seguida, fazer alongamentos. O alongamento dos músculos da frente (quadríceps) e de trás (isquiotibiais) da coxa pode reduzir a tensão sobre os tendões e diminuir a pressão sobre a superfície articular patelofemoral do joelho durante a atividade. A obesidade aumenta o risco de doenças degenerativas do joelho (condromalácia patelar, osteófitos), criando um círculo vicioso em que quanto maior o peso, maior a dor; inversamente, quanto menor o peso, menor a dor, pelo que o peso será um fator a considerar no tratamento da condromalácia patelar e dos osteófitos. 3, usar o calçado correto, de preferência sem saltos altos, ao caminhar ou correr, o mais importante é usar calçado que ajude a manter o equilíbrio corporal e a linha de força dos membros inferiores. Se tem o hábito de correr para fazer exercício, é melhor usar sapatos que absorvam o choque quando corre, e deve também prestar atenção à mudança regular dos sapatos. Verifique se os atacadores não estão demasiado compridos antes de participar em desportos de distância. A osteólise patelofemoral não é frequentemente grave nas fases iniciais e pode ser aliviada com repouso ou analgésicos gerais. A lesão progride num “estado oculto” até evoluir para artrite patelofemoral, que, em casos graves, restringe a extensão e a flexão do joelho e impede que se fique de pé numa só perna. Nas fases avançadas da osteoartrose patelo-femoral, a cartilagem e o osso subcondral na zona da lesão foram significativamente danificados e a cartilagem já não é capaz de se regenerar e reparar.