Os doentes não devem fumar até a ferida estar completamente recuperada da colecistectomia, ou seja, após cerca de 7 a 10 dias ou até mais, mas é aconselhável evitar fumar, que é prejudicial para a saúde.
O tabaco interfere com a cicatrização da ferida, aumentando o risco de infeção e a probabilidade de formação de cicatrizes. Grandes quantidades de químicos relacionados com o tabaco têm um efeito nocivo na saturação de oxigénio dos tecidos e na resposta imunitária, levando a uma diminuição da capacidade do organismo para eliminar microrganismos e a uma diminuição da cicatrização das feridas, o que pode levar a uma má cicatrização pós-operatória e pode aumentar o risco de infecções pós-operatórias, o que pode levar a resultados adversos.
A recuperação pós-operatória varia de doente para doente e deve ser consultado o médico responsável. Os doentes são aconselhados a deixar de fumar, de preferência.