A curetagem é um tipo de cirurgia para raspar o endométrio ou o conteúdo da cavidade uterina, que é também um tipo de aborto.
Normalmente, a raspagem pode ser dividida em raspagem diagnóstica e raspagem terapêutica, sendo a raspagem diagnóstica utilizada principalmente em doentes com anomalias endócrinas, através da raspagem para compreender as alterações do revestimento do endométrio, a resposta das hormonas sexuais, a presença de tuberculose, a ovulação, etc., de modo a diagnosticar o cancro do endométrio, o cancro do colo do útero e outros tumores malignos uterinos.
A curetagem terapêutica, por outro lado, aplica-se principalmente à gravidez precoce que requer a interrupção da gravidez, ao aborto incompleto, ao aborto tardio, ao aborto inevitável, à retenção da placenta e ao feto gravídico, etc. Entre elas, a curetagem por sucção pode ser utilizada para a gravidez precoce que requer a interrupção da gravidez, geralmente nos 3 meses seguintes à gravidez, e a curetagem com fórceps pode ser efectuada para a remoção de substâncias residuais na cavidade uterina após os 3 meses de gravidez e o aborto induzido.
Ao mesmo tempo, as pacientes precisam de prestar atenção ao repouso após a operação, adequado para reforçar a nutrição, e também precisam de manter a higiene vulvar, no prazo de 1 mês proibir o coito. As doentes também devem observar atentamente a sua própria hemorragia, se acompanhada de dores no baixo ventre, febre e outros fenómenos anormais, mas também devem procurar ativamente assistência médica.
Recomenda-se que os doentes optem pela curetagem sob a orientação do médico e prestem mais atenção aos cuidados pós-operatórios para evitar o agravamento da doença ou danos no organismo.