Não é possível interromper a quimioterapia para se curar, enquanto que interromper a quimioterapia sem autorização pode levar à progressão da doença. A quimioterapia é um tratamento comum para os tumores malignos, que pode parar a produção de células cancerígenas e inibir a sua proliferação, encolhendo assim o tumor e controlando a progressão da doença. Uma vez utilizada a quimioterapia, esta ocorre geralmente numa fase intermédia ou tardia da doença e o tumor não se cura por si próprio devido à interrupção da quimioterapia; as células cancerosas não morrem por si próprias, pelo que não se podem curar. Se a quimioterapia for interrompida, pode induzir a capacidade de resistência do tumor aos medicamentos e as células cancerígenas voltam a acelerar a divisão, o que não só afecta o efeito do tratamento, como também conduz ao agravamento da doença. Por conseguinte, uma vez iniciada a quimioterapia, esta não pode ser interrompida facilmente, sob pena de se desperdiçar o trabalho anterior e de se afetar a segurança da vida. No entanto, se ocorrerem efeitos secundários muito graves durante o processo, pode considerar a possibilidade de interromper a quimioterapia de acordo com a sua própria situação, sob a orientação do médico.