A forma mais fácil de excluir a epilepsia

Não existe uma forma mais fácil de despistar a epilepsia, que é normalmente feita através da história, da apresentação clínica e de exames relevantes.
As manifestações da epilepsia são variadas, podendo apresentar-se como disfunção sensorial, motora, comportamental, psiquiátrica, da consciência e autonómica ou várias destas, e são do tipo convulsivo, transitórias, repetitivas e estereotipadas.
Quando um doente apresenta sintomas clínicos e é necessário excluir a epilepsia, é necessário fazer uma história clínica detalhada, como por exemplo, se houve convulsões semelhantes no passado, se há antecedentes familiares, se há algum traumatismo, etc.; compreender as manifestações clínicas durante a convulsão, como por exemplo, se há convulsões dos membros, espuma na boca, incontinência, etc.; e realizar exames relevantes, como electroencefalogramas, TAC ou RMN da cabeça, com o objetivo de eliminar o problema.
A suspeita de epilepsia deve ser objeto de uma consulta atempada, de um diagnóstico e de um tratamento normalizados, para evitar atrasos.