Os testes de ADN não invasivos não requerem jejum. O teste de ADN não invasivo é um método de rastreio pré-natal clinicamente maduro. Através da colheita de sangue periférico de mulheres grávidas, o ADN livre do feto no sangue periférico é isolado, sequenciado em grande quantidade e combinado com métodos específicos de análise da informação genética para avaliar o risco de o feto sofrer de anomalias cromossómicas. O jejum não afecta a expressão do ADN livre do feto nem os resultados do rastreio, pelo que não é necessário jejum para os testes de ADN não invasivos. O teste de ADN não invasivo é utilizado principalmente para o rastreio da trissomia 21, da trissomia 18 e da trissomia 13, sendo adequado para as mulheres grávidas que apresentam um risco crítico de síndrome de Down e para as que não realizaram o rastreio ideal da síndrome de Down. Se o teste de ADN não invasivo indicar um risco elevado, é necessário efetuar um teste de confirmação adicional, ou seja, uma amniocentese, para esclarecer se existe alguma anomalia cromossómica no feto; as mulheres grávidas com resultados de baixo risco no teste de ADN não invasivo não necessitam de se submeter a uma amniocentese.