Quando uma mulher grávida com tensão arterial elevada engravida, pode optar por continuar a gravidez ou interrompê-la artificialmente, de acordo com o seu próprio estado.
Se, após exame, a grávida não tiver complicações da hipertensão arterial e não houver lesões cardiovasculares ou cerebrovasculares, a gravidez pode ser prosseguida, mas a medicação deve ser alterada para medicamentos anti-hipertensores que possam ser tomados por mulheres grávidas, para evitar que o feto seja afetado pela hipertensão arterial da grávida, que pode provocar deformações fetais ou lesões cerebrais.
E durante toda a gravidez, deve prestar atenção à sua alimentação, de modo a conseguir uma dieta com pouco sal e pouca gordura, e deve testar a sua tensão arterial todos os dias, fazer um bom trabalho de checkups relacionados com a gravidez, e se se sentir mal, consultar imediatamente um médico.
Se a tensão arterial da grávida for elevada e já tiverem ocorrido lesões cardiovasculares e cerebrovasculares, não se recomenda a continuação da gravidez, podendo dirigir-se ao hospital para uma intervenção artificial para interromper a gravidez.
As pacientes com tensão arterial elevada são aconselhadas a consultar os seus médicos após a gravidez para tomar uma decisão caso a caso.