Não há provas de que a terapia de fome possa curar doenças gástricas, e esta prática carece de base científica. As doenças gástricas incluem principalmente a gastrite crónica, a úlcera péptica, o cancro gástrico e outras doenças. Os doentes são acompanhados principalmente por um aumento da secreção de ácido gástrico e por lesões da mucosa gástrica, que afectam a função normal de digestão e absorção, resultando numa absorção reduzida de nutrientes e até mesmo numa desnutrição induzida. Embora a secreção de ácido gástrico seja inibida até certo ponto quando o corpo humano está no estado de fome, mas quando no estado de muita fome, não só levará a hipoglicemia, pressão arterial baixa, etc., mas também estimulará o aumento da secreção de ácido gástrico, que não é propício para a recuperação da doença, e até mesmo agravar a doença gástrica. Ao mesmo tempo, a fome a longo prazo também causará ingestão insuficiente de nutrientes, agravará a desnutrição, também pode levar a distúrbios do metabolismo hormonal gastrointestinal, a recuperação da doença gástrica não tem um papel de apoio. Atualmente, o tratamento clínico da doença gástrica passa sobretudo pela melhoria do estilo de vida e dos hábitos alimentares, pela toma de medicamentos e outros métodos, como evitar alimentos frios, picantes e outros estimulantes, deixar de fumar e beber, evitar comer em excesso, comer menos e mais frequentemente, mas também tomar omeprazol, citrato de bismuto e potássio, carbonato de magnésio e alumínio, domperidona e outros medicamentos. Recomenda-se aos doentes com doença gástrica que procurem tratamento médico atempado, aceitem ativamente o tratamento, não abusem da terapia de fome, os medicamentos devem estar estritamente de acordo com as instruções do médico para tomar a medicação, não se auto-medicando, de modo a não atrasar ou mesmo agravar a condição.