As doenças coronárias podem pôr seriamente em perigo a saúde das crianças. Se não forem diagnosticadas e tratadas precocemente, a taxa de mortalidade das crianças com doenças graves no período neonatal pode atingir os 30% e a taxa de mortalidade no espaço de um ano pode chegar aos 50%, o que constitui o “primeiro assassino” da mortalidade infantil. Manter o corpo e o espírito em bom estado de saúde antes da gravidez, melhorando a imunidade, prevenindo infecções, comendo razoavelmente, proibindo o tabaco e o álcool, mantendo-se afastado de substâncias tóxicas e nocivas e tomando suplementos adequados de ácido fólico. O rastreio das cardiopatias congénitas fetais baseia-se principalmente na ecocardiografia fetal, que é mais segura e capaz de detetar e diagnosticar as cardiopatias congénitas numa fase precoce, sendo a melhor altura para a realização do exame entre as 20 e as 24 semanas. As mulheres grávidas cujos pais tenham doença cardíaca congénita ou que tenham dado à luz uma criança com doença cardíaca congénita devem ser rastreadas. Conclusão A questão mais importante para as crianças com cardiopatia congénita é o diagnóstico e o tratamento precoces. As crianças com cardiopatia congénita apresentam alguns sintomas, como pele arroxeada, infecções respiratórias recorrentes, dificuldades de alimentação, sopros cardíacos, etc. Quando a criança apresenta estas anomalias, deve dirigir-se ao hospital para realizar exames relevantes, incluindo radiografia do tórax, eletrocardiograma, ecocardiograma, etc., e, se necessário, podem também ser realizados TAC, cateterismo cardíaco e angiografia cardiovascular, a fim de estabelecer um diagnóstico claro.