Sendo um teste clínico muito utilizado, o ECG tem a vantagem de ser rápido, simples, cómodo e eficiente. Ao registar e monitorizar a atividade eléctrica do coração, o ECG transmite ao médico determinados sinais que ajudam e orientam o diagnóstico e o tratamento. A eletrocardiografia desempenha as seguintes funções importantes: I. Diagnóstico de várias arritmias Para várias arritmias, como a taquiarritmia, a bradiarritmia, a arritmia ectópica, etc., podem ser diagnosticadas e diferenciadas pela eletrocardiografia. Diagnóstico do enfarte do miocárdio Quando ocorre dor torácica e há suspeita de enfarte do miocárdio, a eletrocardiografia precoce pode ajudar na deteção e no diagnóstico precoces. Além disso, também é útil para o diagnóstico de angina de peito, cardiomiopatia e pericardite aguda. Monitorização dos efeitos secundários dos medicamentos e dos distúrbios electrolíticos Na prática clínica, certos medicamentos (alguns antiarrítmicos, antibióticos, oncológicos, etc.) ou distúrbios electrolíticos (por exemplo, anomalias do potássio no sangue) podem ter um efeito no coração e o exame de ECG pode ajudar no diagnóstico e no tratamento nesta altura. Quando ocorre uma lesão do miocárdio, hipertrofia ou alargamento auricular ou ventricular devido a várias razões, o ECG pode sugerir indiretamente essa lesão e, em combinação com outros exames necessários, como a ecografia cardíaca, pode ajudar no diagnóstico. Além disso, pode ser utilizado para excluir ansiedade. É importante notar que o ECG não é um exame abrangente e que o diagnóstico de uma doença deve basear-se numa combinação de história clínica, exame físico e outros exames auxiliares, como hematologia, ecografia e TAC.